Infância não é carreira e filho não é troféu

31 de outubro de 2013 | 57 comentários

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Nesse mundo contemporâneo, ter, ser, saber, parecem fazer parte de uma competição. Nesse mundo, alguns pais e algumas mães acabam acreditando que é preciso que seus filhos saibam sempre mais que os filhos de outros. E isso sim seria então sinal de adequação e o mais importante: de sucesso.

O que uma criança deve saber aos 4 anos de idade? Essa foi a pergunta feita por uma mãe, em um fórum de discussão sobre educação de filhos, preocupada em saber se seu filho sabia o suficiente para a sua idade.

Segundo Alicia Bayer, no artigo publicado em um conhecido portal de notícias americano – The Huffngton Post -, o que não só a entristeceu mas também a irritou foram as respostas, pois ao invés de ajudarem a diminuir a angústia dessa mãe, outras mães indicavam o que seus filhos faziam, numa clara expressão de competição para ver quem tinha o filho que sabia mais coisas com 4 anos. Só algumas poucas indicavam que cada criança possuía um ritmo próprio e que não precisava se preocupar.

Para contrapor às listas indicadas pelas mães, em que constavam itens como: saber o nome dos planetas, escrever o nome e sobrenome, saber contar até 100, Bayer organizou uma lista bem mais interessante para que pais e mães considerem que uma criança deve saber.

Veja alguns exemplos abaixo:

  • Deve saber que a querem por completo, incondicionalmente e em todos os momentos.
  • Deve saber que está segura e deve saber como manter-se a salvo em lugares públicos, com outras pessoas e em distintas situações.
  • Deve saber seus direitos e que sua família sempre a apoiará.
  • Deve saber rir, fazer-se de boba, ser vilão e utilizar sua imaginação.
  • Deve saber que nunca acontecerá nada se pintar o céu de laranja ou desenhar gatos com seis patas.
  • Deve saber que o mundo é mágico e ela também.
  • Deve saber que é fantástica, inteligente, criativa, compassiva e maravilhosa.
  • Deve saber que passar o dia ao ar livre fazendo colares de flores, bolos de barro e casinhas de contos de fadas é tão importante como praticar fonética. Melhor dizendo, muito mais importante.

E ainda acrescenta uma lista que considera mais importante. A lista do que os pais devem saber:

  • Que cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer cálculos a seu próprio ritmo, e que isso não tem qualquer influência na forma como irá andar, falar, ler ou fazer cálculos posteriormente.
  • Que o fator de maior impacto no bom desempenho escolar e boas notas no futuro é que se leia às crianças desde pequenas. Sem tecnologias modernas, nem creches elegantes, nem jogos e computadores chamativos, se não que a mãe ou o pai dediquem um tempo a cada dia ou a cada noite (ou ambos) para sentar-se e ler com ela bons livros.
  • Que ser a criança mais inteligente ou a mais estudiosa da turma nunca significou ser a mais feliz. Estamos tão obstinados em garantir a nossos filhos todas as “oportunidades” que o que estamos dando são vidas com múltiplas atividades e cheias de tensão como as nossas. Uma das melhores coisas que podemos oferecer a nossos filhos é uma infância simples e despreocupada.
  • Que nossas crianças merecem viver rodeadas de livros, natureza, materiais artísticos e a liberdade para explorá-los. A maioria de nós poderia se desfazer de 90% dos brinquedos de nossos filhos e eles nem sentiriam falta.
  • Que nossos filhos necessitam nos ter mais. Vivemos em uma época em que as revistas para pais recomendam que tratemos de dedicar 10 minutos diários a cada filho e prever um sábado ao mês dedicado à família. Que horror! Nossos filhos necessitam do Nintendo, dos computadores, das atividades extraescolares, das aulas de balé, do grupo para jogar futebol muito menos do que necessitam de nós. Necessitam de pais que se sentem para escutar seus relatos do que fizeram durante o dia, de mães que se sentem e façam trabalhos manuais com eles. Necessitam que passeiem com eles nas noites de primavera sem se importar que se ande a 150 metros por hora. Têm direito a ajudar-nos a fazer o jantar mesmo que tardemos o dobro de tempo e tenhamos o dobro de trabalho. Têm o direito de saber que para nós são uma prioridade e que nos encanta verdadeiramente estar com eles.

Então, o que precisa mesmo – de verdade – uma criança de 4 anos?

Muito menos do que pensamos e muito mais!

Para ver o artigo completo, clique aqui.

 

 

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57 Comentários

  1. Flavia parente
    24 de novembro de 2013

    Adorei!

    Responder
    • elisangela
      25 de novembro de 2013

      Todos os pais que são separados, e cuidam de uma ser tão especial, deveriam ler esse texto, pois a maneira simples de lidar com seu filho, é o que o faz feliz e amado. Elisangela Moreira

      Responder
  2. Luciene
    25 de novembro de 2013

    Ser crianca e fundamental! O ano todo e em especial nos dias especiais! Brincadeira tradicional no aniversario! Caca ao tesouro na pascoa! Musica de natal no chucalho de pet!

    Responder
  3. Vanessa Oliveira
    26 de novembro de 2013

    Também acredito nisso, criança tem que ser criança e ponto final.

    Responder
  4. Felicia
    26 de novembro de 2013

    Muito Bom!

    Responder
  5. Marly Mirian
    27 de novembro de 2013

    Muito bom. Acredito nisso. As crianças precisam de pais presentes. Elas têm que sentir que são amadas.

    Responder
  6. Lilian Daniel de Lucca
    27 de novembro de 2013

    Meus filhos são como todas as crianças e adolescentes. Querem se sentir amados, protegidos. E novamente amados e protegidos. Rs…
    Acredito q como td na vida, td depende da educação. Minha mãe sempre deixiu claro para mim e meus irmãos, q o melhor estímulo é o Amor. Deixa todos Felizes e verdadeiramente seguros de si mesmo. Minha mãe é uma mulher extremamente amorosa, suave. Claro, na medida dela. Não inentiva a competição e sim a aceitação de cada um com seus limites. Passo esse ensinamento para meus filhos. Aceitá-los (nossas crianças) como são é tb dar limite!

    Responder
  7. Flavia Chaves
    27 de novembro de 2013

    Show!!!

    Responder
  8. Marcos Demarchi
    28 de novembro de 2013

    Parabéns, muito bom, maravilhoso, uma verdadeira lição de vida. Sem mais!

    Responder
    • Sandra Medrano
      28 de novembro de 2013

      Obrigada!!!! Esse retorno é fundamental para nós.
      Um abraço

      Responder
  9. Marcos Demarchi
    28 de novembro de 2013

    Quero receber os posts.

    Responder
    • Sandra Medrano
      28 de novembro de 2013

      Por favor, assine para receber nossa newsletter. Obrigada

      Responder
  10. Kennya
    28 de novembro de 2013

    Perfeito! E ainda quando não “andamos” como a “moda” somos taxadas de desleixadas… nossa ele não tem tal brinquedo ainda… não usa roupa de marca… etc. Filhos precisam de amor, carinho, tempo de qualidade e menos “Modismo”.

    Responder
    • Sandra Medrano
      28 de novembro de 2013

      Obrigada pelo comentário!
      Um abraço

      Responder
  11. Julia
    29 de novembro de 2013

    Obrigada por me ajudar a compreender que eu não sou louca e que nada ensina mais que a própria vida.
    Chorei lendo o post! Fico muito feliz em saber que ainda existem pessoas no mundo que não valorizam só os primeiros lugares e as melhores notas, a vida é tão mais que isso é tão… simples.
    Beijos!

    Responder
  12. Anthony
    29 de novembro de 2013

    Inspirado por aquilo que li aqui escrevo:

    Não quero que meu filho fale inglês
    Mas quero que fale de amor!

    Não quero que meu filho desenvolva talentos excepcionais
    Mas quero que desenvolva o coração para amizades sinceras e duradouras.

    Não quero que meu filho seja uma pessoa super inteligente e racional
    Mas quero que seja capaz de analisar se o que é melhor pra si não prejudicará o outro.

    Não quero que tire as melhores notas
    Mas quero que extraia sempre sorrisos, alegrias e carinhos dos outros.

    Não quero que meu filho seja o mais bonito
    Mas quero que viva a vida lindamente.

    Não quero que ele tenha tudo
    Mas quero que seja aquilo que quiser ser, pois ser já é o bastante!

    Responder
    • Sandra Medrano
      1 de dezembro de 2013

      Obrigada!
      Continue compartilhando suas ideias conosco.
      Um abraço

      Responder
    • Lisaura
      8 de dezembro de 2013

      Adorei o que escrevou. Parabéns. è isso que precisamos mesmo. Abraço!

      Responder
  13. Gheyza
    29 de novembro de 2013

    Texto muito bom!

    Responder
  14. Melhores textos sobre maternidade: novembro — Roteiro Baby
    30 de novembro de 2013

    […] “Infância não é carreira e filho não é troféu“. Um texto para pararmos de competir, pararmos de comparar. Trecho preferido do post: “Nesse mundo contemporâneo, ter, ser, saber, parecem fazer parte de uma competição. Nesse mundo, alguns pais e algumas mães acabam acreditando que é preciso que seus filhos saibam sempre mais que os filhos de outros. E isso sim seria então sinal de adequação e o mais importante: de sucesso.” […]

    Responder
  15. monica goni
    1 de dezembro de 2013

    Quero receber sempre os post.
    Amei!
    Ufa! Eu não sou um E.T.

    Responder
    • Sandra Medrano
      4 de dezembro de 2013

      Monica,

      obrigada por sua mensagem.
      Por favor, cadastre seu email para receber a newsletter.
      Um abraço.

      Responder
  16. Paula
    2 de dezembro de 2013

    Adorei!

    Responder
  17. André
    4 de dezembro de 2013

    A unica coisa que eu sei como Pai, é que temos tempo demais pra coisas futeis e tempo de menos pra quem realmente e importante, e falamos tanto e todos os dias de educar e isso, fazemos aquilo mas muitas vezes num dia de 24 horas nao damos um unico bom exemplo pros nosso filhos, brigamos, so falamos de dinheiro e contas, e tudo sempre corrido, almoco em familia e diversao e comida de shopping e playland e parquinhos pagos onde desconhecidos dao pra eles o que querem como querem e se quiserem, e analisando depois de 1 mes, voce senta para e pensa, quem ta criando esse monstrinho porque eu nao sou, temos filhos birrentos, marrentos, chatos, enfezados, cansados, enfadados de tanta coisa e de nada ao mesmo tempo porque e muita informacao mas nada util, somos ligados no nada e desligados do que importa, e tanta tralha tecnologica disponivel pra incluir no nosso dia dia nada de util, previsoes de tempo, bolsa de valores, noticias ruins em cima de noticias ruins, transito, caos e por ai vai, e os pequenos estao la sofrendo tudo isso junto com a gente e impotentes porque por serem pequenos nao podem se defender nem compreender nem superar tanta coisa junto, eu sou um Pai diferente, tento dar aos meus filhos nao o que eu nao tive (financeiramente) mas sim (emocionalmente) atencao, brincadeiras, paz, amor, mesmo que me digam se ta doido, nao e assim que se cria filhos no mundo de hoje, mas sinceramente, quem ai quer viver no mundo de hoje? EU NAO!!

    :)

    Responder
  18. Fabiane
    5 de dezembro de 2013

    Se perguntarmos a uma criança, O que ela gostaria de fazer, certamente dirá que gostaria de brincar mais e o brincar junto com seus pais muitas vezes dirigindo a brincadeira, será a melhor condição de aprendizado. Parabéns a todos que buscam por seus filhos e para nós uma vida melhor!

    Responder
  19. Nana
    5 de dezembro de 2013

    A parte da competição não é saudável. Mas acho importante ter uma referência para medir como a criança está em relação às outras. Assim é possível saber em que áreas ela precisa de atenção especial. Toda a criança pode aprender, sim, mas algumas precisam de atenção e educação especial para isso. Se não há medição, não é possível identificar essas necessidades. Essa criança ficará sem a ajuda que precisaria para se desenvolver. Os pais servem para isso também, estimular o desenvolvimento dos seus filhos. Vem daí a preocupação: “Estou fornecendo os estímulos corretos? O que faço já é suficiente ou minha criança precisa de mais atenção em certos aspectos?”

    Responder
  20. Débora Krebs
    5 de dezembro de 2013

    Texto maravilhoso!!!!

    Responder
  21. Eloah Amorim Bairral
    5 de dezembro de 2013

    Gostaria de receber estes textos.

    Responder
    • Sandra Medrano
      5 de dezembro de 2013

      Por favor, assine para receber nossa newsletter.
      Obrigada pela mensagem.
      Um abraço

      Responder
  22. Eloah Amorim Bairral
    5 de dezembro de 2013

    Sim, quero receber.

    Responder
  23. simone gorski
    6 de dezembro de 2013

    Perfeito!!!

    Responder
  24. Inês Clímaco
    6 de dezembro de 2013

    Na minha opinião, como profissional e mãe, penso que cada criança é um ser individual e único. Tem o seu time próprio,para fazer as aprendizagens, portanto o que deverá preocupar os pais será … passar tempo de qualidade com os seus filhos!
    Devemos amá-los sim, amá-los muito, mas … cuidado com a forma como o fazemos! Deixo aqui um texto, que … diz TUDO!
    “Lembra-me, sempre que eu me esquecer, que precisas de sentir alguns limites para tua segurança, mas nenhum que te limite no teu crescimento.
    Lembra-me, sempre que eu me esquecer, que só precisas de me sentir perto, não precisas que eu faça por ti.
    Lembra-te, que estarei SEMPRE AQUI … serei SEMPRE a TUA CASA!”

    Responder
  25. TEXTO PARA REUNIÃO DE PAIS | Rubia Mesquita
    9 de dezembro de 2013

    […] um texto no site http://www.todacriancapodeaprender.org.br/infancia-nao-e-carreira-e-filho-nao-e-trofeu/  e acredito que todos os pais, educadores deveriam lê-lo. E é uma boa dica para trabalhar em […]

    Responder
  26. Luciane
    9 de dezembro de 2013

    Fantástico!
    Parabéns pelo texto!

    Responder
  27. Cássia
    18 de dezembro de 2013

    Texto perfeito!!! Criança ter que ser criança e ponto final!!!

    Responder
  28. Pat Lins
    27 de dezembro de 2013

    Adorei! Faz tempo que levanto a bandeira para essa pressão em cima das crianças. Para mim, criança precisa ser criança. Fico feliz em ver um movimento muito maior! Desde que tive meu filho, defender o que já defendia se tornou mais forte.

    Gostei muito do texto. Divulguei em meu facebook o link e vou divulgar o site em meu blog, como sugestão de BOA LEITURA E REFLEXÃO.

    Gratidão, pelo texto maravilhoso!

    Responder
  29. niroca gonçalves
    3 de janeiro de 2014

    meu filho tem um pouco mais de 4 anos e está cursando o primeiro ano do ensino fundamental. sua última provinha de matemática foi um desastre em relaçao as anteriores, ele tirou 1,0 e quando viu essa nota sua reaçao foi de muito riso, muito riso, e olhe que o pai dele é professor dessa disciplina, mas ele nao estava nem aí. entendi perfeitamente esses risos pelo fato de ele nunca ter tirado uma nota dessa. na verdade ele ficou surpreso. eu, como mae e educadora também, agi naturalmente sem muitas cobranças, mas fui atrás das causas para poder ajudá-lo posteriormente. meu filho se chama hanrry e tem 7 anos.

    Responder
  30. Eliamara
    31 de janeiro de 2014

    Muito interessante !!!!

    Responder
  31. Infância não é carreira e filho não é troféu | Coisas da MY
    4 de fevereiro de 2014

    […] site Toda Criança Pode Aprender publicou um artigo de Alicia Bayer, O que uma criança de 4 anos deve saber?, e que nos leva a […]

    Responder
  32. Amanda
    17 de fevereiro de 2014

    Adorei a matéria, ainda mais porque já passei por isso, esse dias um prima minha foi me visitar e levou a filha dela de 4 anos, a mesma idade da minha filha, ocorre que, minha filha é bem criança mesmo, gosta de pular, brincar com os cachorros, subir nas arvores e tudo mais, enquanto a filha da minha prima é bem quietinha, só que sabe falar as cores em inglês, conta até 30, reconhece as letras, coisa que minha filha não faz, ela sabe as cores, só que em português e conta até 10, naquele momento me achei péssima, ainda mais que minha prima ficava me falando, você tem que ensinar sua filha, tem que pegar no pé dela, pq senão vai ficar atrás na escola

    Responder
  33. Renata
    17 de fevereiro de 2014

    Olá gostei dos textos, quero continuar recebendo p email

    Responder
    • Sandra Medrano
      17 de fevereiro de 2014

      Oi Renata,
      para receber nossos emails, basta assinar o blog, no quadro que fica do lado direito da tela.
      Obrigada

      Responder
  34. Fabiano Azevedo
    18 de fevereiro de 2014

    “Não eduquem seus filhos para serem ricos, e sim para serem felizes, assim eles saberão o valor das coisas, e não o seu preço.”
    Autor desconhecido.

    Parabéns pelo belo texto.

    Responder
  35. Carol0110
    19 de fevereiro de 2014

    Muito produtivo! Nao aguento mais comparacoes, exigencias, nao acho q meu filho de um ano tenha que saber o q o o outro de um ano sabe… Cada um no seu tempo!

    Responder
  36. Vera Bruder
    19 de fevereiro de 2014

    Muito bom encontrar pessoas que defendem as crianças do stress tóxico provocado pormilhões de atividades e muita competição, pessoas que conseguem sair de seus iPhones, tablets e notes para abraçar e brincar com seus filhos!

    Responder
  37. rose
    23 de fevereiro de 2014

    Perfeito este texto..

    Responder
  38. Bruna Bastos
    24 de fevereiro de 2014

    Texto sensacional. Quanta sensibilidade desta mãe! Obrigada por compartilharem.

    Responder
  39. enpm
    26 de fevereiro de 2014

    Espero que nos unamos assim… Espero que possamos estar mais próximo do equilíbrio social e menos “umbigal”. O mundo é uma grande porcaria devido aos erros que muitos não são substituídos por acertos. Paz e amor… Já é um bom começo.

    Responder
  40. Gabriela
    4 de março de 2014

    Curiosamente, achei esse texto logo após ler uma notícia sobre escolas em SP que estão oferecendo disciplinas de finanças, empreendedorismo e inglês para crianças à partir de 3 anos de idade. Fiquei triste ao ler tal notícia e sinceramente com pena dessa geração. As pessoas trabalham tanto hoje em dia, para ter dinheiro, pagar “boas escolas”, “bons cursos” e comprar tudo que os filhos querem, mas se esquecem do essencial, que é o AMOR.

    Responder
  41. Laura Nogueira
    5 de março de 2014

    Excelente texto ! parabens !!

    Responder
    • Sandra Medrano
      6 de março de 2014

      Obrigada, Laura! Um abraço.

      Responder
  42. Nilton Cursino Siqueira
    9 de março de 2014

    O problema é que a maioria da escolas estão contaminadas, talvez todas. E os pais então?

    Responder
  43. Patrícia
    27 de março de 2014

    Muito bom!!!Se nós pais não mudarmos nosso conceito de “o que a criança precisa” teremos filhos adultos frustrados.

    Responder
  44. Andre Freire
    29 de junho de 2014

    E filho também não é “segura-namorado”, nem “vínculo eterno” para manter o pai da criança em sua vida. ;-)

    Responder
  45. O fundamental na infância | Para além do agora
    12 de outubro de 2014

    […] Infância não é carreira e filho não é troféu […]

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  46. O que uma criança de 4 anos deve saber? | Mãe Fora da Caixa
    26 de novembro de 2014

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